terça-feira, 17 de novembro de 2009

APAGÃO

Como já aconteceu em outras ocasiões, a coluna do Noblat de ontem analisou com grande lucidez, sob o título APAGOU GERAL.

Alguns trechos:
APAGÃO DE BOM SENSO: o que o Ministro da Justiça, TARSO GENRO, chamou de microincidente, não existiu. Foi o maior apagão da história do país. Afetou 18 estados e 88 milhões de pessoas. Sobrou para 7 milhões de paraguaios. Durou 5 horas e 47 minutos. Pela primeira vez, pararam todas as turbinas de Itaipu.

APAGÃO DE AUTORIDADE: empenhado em tentar esquecer o assunto, o governo atravessou a fronteira que separa o legítimo exercício do mando, do deplorável exercício do autoritarismo. Sem mais nem menos, Dilma e Lobão deram o episódio por encerrado, como se de fato ele pudesse estar, como se os cidadãos não tivessem o direito de cobrar uma investigação rigorosa sobre as causas do apagão.

EU: Tem outros ítens como Apagão de comunicação, apagão de compostura, apagão de respeito ao cidadão e apagão de hierarquia. Quem quiser, procure ler a coluna.

O quesito que achei mais grave foi o abaixo:
APAGÃO DE GERÊNCIA: UM SETOR TÉCNICO E ESTRATÉGICO COMO O DE ENERGIA, FOI LOTEADO ENTRE OS DOIS MAIORES PARTIDOS DA BASE DO GOVERNO: PT E PMDB. AGENTES POLÍTICOS-SINDICAIS PETISTAS COMANDAM A ÁREA DE GERAÇÃO - ITAIPU, PETROBRÁS - ENQUANTO AGENTES DAS VÁRIAS ETNIAS DO PMDB COMANDAM A ÁREA DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO - FURNAS, BR DISTRIBUIDORA.
A ELETROBRÁS, QUE ESTÁ NAS DUAS PORTAS, É FEUDO DO SENADOR JOSÉ SARNEY.

EU : coitado do Brasil !!! Continuamos mais parecidos com a Honduras do que com a Dinamarca. É uma questão de destino !!!